G de girafa, L de leão, A de abelha…esta é a atividade “Bichionário” proposta pela professora Maristela Moro Konopka, da EMEF São Lourenço com os alunos do 1º ano do Ensino Fundamental. Neste ano o projeto iniciou-se no segundo semestre letivo, com a participação de 21 estudantes, sendo uma prática que a professora realiza há mais de três anos.
De acordo com Maristela, o Bichonário é uma atividade interdisciplinar, pois trabalha um dicionário de tipologias de letras (caixa alta, imprensa, cursiva) maiúsculas e minúsculas, para que a criança trabalhe o conhecimento das diferentes formas de caligrafia, desenvolvendo a coordenação motora fina e aprendendo os diferentes traçados das letras.“Explora-se também com essa atividade curiosidades dos diferentes animais grafados com as letras iniciais contidas no alfabeto. Nesta prática ainda pode-se explorar vários conhecimentos sobre estes animais, como por exemplo: seu habitat, sua alimentação, a cobertura de seu corpo, se é doméstico ou selvagem, número de patas, entre outros”, explicou.
Além disso, trabalha conceitos como sequência alfabética, escrita, espaçamento, palavras de um mesmo campo semântico. Para Maristela, nesta atividade produz-se um dicionário para consultar as diferentes formas de letra no momento em que estiverem fazendo a transição da letra bastão, conhecida também como caixa alta para a script ou imprensa e posteriormente para a cursiva.
Bichionário idealizado

O objetivo do projeto é a construção de aprendizagem significativa de forma interdisciplinar, elaborando com o estudante um acervo de tipos diferentes de letras e suas grafias, envolvendo animais que iniciam seus nomes com as letras do alfabeto. Maristela contou que o projeto teve seu início a partir do conhecimento da literatura denominada Bichonário de Marco Hailer. “Trata-se de um projeto de direito de conhecer e estimular aprendizagens, com base nos quatro pilares da educação, possibilitando o aprender a conviver, aprender a ser, o aprender a aprender e o aprender a fazer. Valorizando a produção do estudante como fonte por ele construída de pesquisa e de conhecimento”, concluiu a professora.

Por Assessoria de Comunicação









