Matéria-prima renovável é um resíduo da produção de etanol e integra estratégia de diversificação de produtos da empresa
A Petrobras se aproxima da marca de 100 mil toneladas de asfalto produzido com óleo técnico de milho, um resíduo da produção de etanol. Segundo informações divulgadas pela empresa nesta semana, a Refinaria Henrique Lage (Revap), em São José dos Campos (SP), já fabricou 95 mil toneladas do produto utilizando a matéria-prima renovável como um dos componentes do cimento asfáltico de petróleo (CAP) Pro R.
O óleo técnico de milho é adquirido de outra empresa e resulta do processamento do cereal utilizado na produção de etanol. De acordo com a Petrobras, o insumo integra seu portfólio de matérias-primas renováveis e já era empregado na fabricação de combustíveis avançados.
A produção de asfalto com a utilização do óleo de milho começou em junho. A iniciativa faz parte da estratégia da empresa de ampliar o uso de matérias-primas renováveis nas refinarias e diversificar a oferta de produtos com menor intensidade de carbono.
“Estamos ampliando o leque de matérias-primas renováveis usadas nas refinarias e reforçando a estratégia de diversificação de produtos com menor intensidade de carbono”, afirmou Angélica Laureano, diretora de Logística, Comercialização e Mercados da Petrobras.








