Equipe foi deslocada no domingo (25) para apoiar ações sanitárias; produtores devem ficar atentos aos sintomas da doença em aves e comunicar casos suspeitos
O Departamento Regional da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) de Mafra mobilizou 22 colaboradores para apoiar as ações de controle e saneamento de um foco de Doença de Newcastle (DNC). O deslocamento da equipe começou no domingo (25 de outubro), e os profissionais permanecerão na operação por tempo indeterminado, sem previsão de retorno à rotina normal de trabalho.
Segundo o gestor da Cidasc de Mafra, Fabiano Franco dos Santos, a mobilização reforça a necessidade de uma resposta rápida e tecnicamente rigorosa para conter a doença, que afeta aves e exige a adoção de medidas sanitárias de controle.
As ações seguem os protocolos do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) e da Cidasc, com procedimentos de isolamento e saneamento para impedir a disseminação do vírus. A ocorrência também pode provocar impactos na cadeia agroindustrial, devido às medidas necessárias para conter a enfermidade.
Produtores devem monitorar as aves
A Cidasc orienta produtores a redobrarem a atenção tanto em granjas comerciais quanto em criações de subsistência e propriedades não comerciais.
Entre os principais sinais clínicos da Doença de Newcastle estão:
- Crista e barbela inchadas e com coloração arroxeada;
- Corrimento nasal e ocular;
- Diarreia;
- Torcicolo;
- Falta de apetite;
- Redução do consumo de água e ração;
- Queda na produção de ovos.
A presença desses sintomas deve ser comunicada imediatamente aos serviços de defesa agropecuária. A identificação precoce permite investigar a suspeita e, se necessário, adotar medidas para conter a disseminação da doença.
Como comunicar casos suspeitos
Caso identifique sinais clínicos nas aves, o produtor deve entrar em contato com o escritório local da Cidasc ou fazer a notificação pela internet, por meio do sistema e-Sisbravet.
O acesso está disponível em: bit.ly/SISBRAVET.
A orientação é não esperar que os sintomas se agravem ou que outros animais sejam afetados. A comunicação rápida ajuda a defesa agropecuária a confirmar ou descartar a suspeita e definir as medidas sanitárias necessárias.








